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Mensagem  Admin em Qua 5 Out - 19:28

Mapa da Corrupção: Minas Gerais
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Varzelândia
Reportagem denunciou esquema na cidade

Josemar Soares Lima foi eleito prefeito de Varzelândia em 1996 e reeleito em 2000. Inicialmente investigadas pelo Ministério Público Estadual, por intermédio da Procuradoria Especializada de Crimes de Prefeitos, as denúncias de malversação de dinheiro público no município foram reveladas em reportagem publicada pelo ESTADO DE MINAS em 11 de julho de 2003. Uma das denúncias apontava o desvio de R$ 1,79 milhão por meio de licitações fraudulentas, envolvendo verbas destinadas a construção de escolas, aquisição de material escolar e até da merenda escolar. No meio da prestação de contas do prefeito, estava a nota da aquisição de cem quilos de bacalhau, iguaria que as crianças da cidade nunca provaram. Na época, a merenda das crianças era um mingau de fubá com ovo, que as mães mandavam para complementar o lanche, relata o procurador Evandro Senra. Matéria do Estado de Minas (MG) em 19/4/2006.

Pouso Alegre
Suspeita de fraude

Detectatos indícios de fraude em um projeto de iniciativa popular que foi encaminhado à Câmara Municipal de Pouso Alegre (MG), pedindo a criação do passe único para o transporte coletivo da cidade. O projeto também pede que a atual empresa tenha seu contrato prolongado em mais dez anos, sem a necessidade de licitação, o que já ocorre a 30 anos. Algumas pessoas que constam da lista foram localizadas por um repórter da cidade e juram que não a assinaram, inclusive o vice-prefeito. Por Suzana Coutinho, 24/2/2006..[+]

Frutal
Promotor Público pede anulação de concurso público da Prefeitura

Um acordo entre o Ministério Público e a Prefeitura de Frutal pode resultar na anulação do concurso público feito recentemente pelo Município. Entre as 24 irregularidades citadas na representação feita ao Ministério Público pelo estudante de Direito Osório Machado Júnior, uma recebeu atenção especial: a ausência de licitação para contratação da empresa que aplicou as provas (Unicon). Nesta quarta-feira (15/2), foi proposta à prefeita Maria Cecília Marchi Borges (Ciça) a assinatura de um Termo de Compromisso de Ajustamento de Conduta pelo promotor de Justiça, Leandro Wili. O TAC - instrumento destinado a adaptar a conduta dos interessados às exigências legais, prevê duas medidas: a anulação do concurso 001/2005 e a realização de um novo processo de seleção em aproximadamente 90 dias. Do Jornal de Frutal, 22/2/2006; via Amarribo.

O caixa 2 tucano em Minas

No sábado 27, a FOLHA informa que Cláudio Mourão, ex-tesoureiro da campanha do hoje presidente nacional do PSDB Eduardo Azeredo ao governo de Minas Gerais em 1998, assumiu a responsabilidade do caixa dois naquele pleito e isentou de envolvimento o senador Azeredo, que tentava se reeleger, e o candidato a vice, o empresário Clésio Andrade - na época filiado ao PFL e atual vice-governador de Minas pelo PL. Mas a versão de Mourão, dada à revista "Veja", que divulgou trechos na internet, tem contradições e poderão ser esclarecidas pela CPI dos Correios, que já o convocou. Mourão foi secretário de Administração e Recursos Humanos da gestão Azeredo (95-98). O caixa dois tucano teve a participação do publicitário Marcos Valério..(Da redação, 27/8/2005)

suspeita
Modelo assassinada levou malas de dinheiro

Familiares da modelo Cristiana Aparecida Fernandes, morta em agosto de 2000, afirmaram ontem, em depoimento ao Ministério Público de Minas Gerais, que ela costumava transportar malas de dinheiro de Belo Horizonte a São Paulo e Brasília. O promotor Francisco de Assis Santiago, que presidiu o inquérito da morte, suspeita que a modelo estivesse envolvida em um esquema de caixa dois de políticos mineiros na eleição de 1998. Santiago vai enviar os depoimentos ao promotor-geral de Justiça, Jarbas Soares Júnior, e pedir a quebra de sigilo bancário da modelo. Do Jornal do Brasil, 18/8..[+]

Marcos Valério apresenta mais 79 nomes à CPI

A lista de candidatos que receberam dinheiro das empresas de Marcos Valério na campanha de 1998, entregue ontem pelo publicitário à Procuradoria-Geral da República e à CPI do Mensalão, ampliou o alcance da crise para o PSDB. O JB de 11/8 afirmou que a lista foi considerada falsa e descartada pelo presidente da comissão, senador Amir Lando (PMDB-RO). Outras notas no Jornal do Brasil e Folha de S. Paulo de 10/8/2005.

Valerioduto deu R$ 9 milhões ao PSDB em 1998

BRASÍLIA. O empresário Marcos Valério de Souza revelou ontem, em novo depoimento na CPI do Mensalão, detalhes dos empréstimos de R$ 9 milhões feitos para favorecer a coligação do PSDB na campanha pela reeleição do então governador Eduardo Azeredo, em 1998. Valério também centrou fogo no publicitário Duda Mendonça, reafirmando que repassou a ele R$ 15,5 milhões, sendo R$ 4,5 milhõe da campanha de Azeredo feita em 1998. O restante teria sido repassado dos empréstimos feitos para o PT. Do jornal O Globo, 10/8..[+]

Quem é quem na conexão mineiro-tucana do Valerioduto

A relação a seguir fornece dados básicos sobre alguns dos políticos envolvidos na "conexão dois" dos saques feitos em empresas do publicitário Marcos Valério de Souza. Enquanto a "conexão um" aponta membros do PT e outros partidos da base do governo Lula, esta envolve os aliados do atual presidente do PSDB, Eduardo Azeredo, em sua campanha, derrotada, ao governo de Minas Gerais em 1998. A nova lista, com 79 nomes, foi apresentada por Marcos Valério à CPI da Compra de Votos nesta terça (9/Cool. Clique aqui para conhecê-la.

psdb na conta
Valério foi avalista de tesoureiro tucano

O empresário mineiro Marcos Valério Fernandes de Souza e seu sócio na agência de publicidade SMPB Comunicação Cristiano Paz avalizaram um empréstimo de mais de R$ 200 mil do tesoureiro da campanha do tucano Eduardo Azeredo para o governo de Minas Gerais em 1998, Cláudio Roberto Mourão da Silveira. Da Folha de S. Paulo, 29/7..[+]

Ministério Público abre inquérito sobre caixa dois em Minas Gerais

A Promotoria de Defesa do Patrimônio Público de Minas Gerais abriu ontem um inquérito civil público para investigar um suposto financiamento irregular das campanhas políticas no Estado em 1998. A investigação do Ministério Público Estadual quer descobrir quem se beneficiou e se houve danos ao erário, já que, naquela disputa, o então governador Eduardo Azeredo (PSDB) tentava se reeleger. Da Folha de S. Paulo, 29/7..[+]

Diretora da SMPB teve cargo de confiança no governo Azeredo

Personagem do escândalo do "mensalão", a diretora financeira da SMPB Comunicação, Simone Reis Vasconcelos, ocupou cargo de diretoria no governo de Minas Gerais na gestão de Eduardo Azeredo (PSDB). Ela deixou o cargo no final de 1998, ao final do mandato de Azeredo, para trabalhar na agência de publicidade de Marcos Valério de Souza. Quando deixou o Estado, em dezembro de 1998, Simone ocupava o cargo de "diretora 3", ligado à Secretaria de Recursos Humanos e Administração. O secretário da pasta era Cláudio Mourão, que depois foi tesoureiro da campanha à reeleição de Azeredo. Da Folha de S. Paulo, 29/7..[+]

Órgão ligado a vice de Aécio recebe R$ 7,9 mi

Entre janeiro e maio de 2004, a agência do Banco Rural em Brasília fez pagamentos em espécie no total de R$ 7,9 milhões ao Idaq (Instituto de Desenvolvimento, Assistência Técnica e Qualidade em Transporte). O Idaq é vinculado à CNT (Confederação Nacional dos Transportes), presidida por Clésio Andrade (PL), vice-governador de Minas Gerais. Essas operações estão sendo investigadas pela Justiça Federal, por suspeita de lavagem de dinheiro, uma espécie de "mini-mensalão" para sustentar campanhas de prefeitos e vereadores. Da Folha de S. Paulo, 28/7..[+]

PSDB admite esquema "paralelo" em 1998

O presidente regional do PSDB de Minas Gerais, Narcio Rodrigues, admitiu, em entrevista à Folha, que houve um esquema paralelo de financiamento no segundo turno da campanha eleitoral para governo do Estado, em 1998, quando o então governador, Eduardo Azeredo, disputou a reeleição e foi derrotado pelo ex-presidente Itamar Franco. Da Folha de S. Paulo, 28/7..[+]

Azeredo se oferece para ir à CPI explicar saques

BRASÍLIA. O presidente do PSDB, senador Eduardo Azeredo (MG), pôs-se ontem à disposição da CPI dos Correios para explicar as denúncias da participação do empresário Marcos Valério de Souza no esquema de financiamento eleitoral em sua campanha à reeleição ao governo de Minas em 1998, como revelou ontem O GLOBO. Do jornal O Globo, 27/7..[+]

Campanha tucana de 98 já recebia recursos via SMPB

A SMPB, agência do publicitário Marcos Valério Fernandes de Souza, transferiu pelo menos R$ 1,9 milhão para campanhas de mais de 80 políticos mineiros em 1998, a maioria ligada à candidatura do então candidato a governador do PSDB, Eduardo Azeredo. Documentos obtidos pela Folha demonstram que os depósitos saíram de contas da SMPB no Banco Rural e no BCN, incorporado, anos depois, pelo Bradesco. Da Folha de S. Paulo, 27/7..[+]

cgu
Dinheiro de prefeituras foi usado em campanhas

O dinheiro que a União repassa aos municípios para saúde, educação, creches e outros programas sociais foi desviado por vários prefeitos antes das eleições, no ano passado. Os 60 relatórios de auditoria de municípios divulgados ontem pela Controladoria-Geral da União (CGU) - referentes ao 13º sorteio - mostram vários casos de uso político da verba pública. Um dos mais graves ocorreu no município de Capitão Enéas (MG). Três empresas que fornecem alimentos à prefeitura - que seriam do mesmo sócio - teriam desviado recursos públicos de compra de produtos para creches. Segundo a CGU, nos últimos dois anos, ficou constatada a inexistência de registro de entradas de produtos que garantissem a venda real das mercadorias para a prefeitura, no valor de R$ 975 mil. Do Jornal do Brasil, 16/4/2005..[+]

(...) O prefeito de Campina Verde (MG), Fradique Gurita da Silva, segundo investigação dos auditores, teria feito promoção pessoal com a publicidade oficial. Ele inaugurou pequenas obras no município e incluiu nas placas das inaugurações os nomes de alguns políticos, a exemplo do deputado Nárcio Rodrigues (PSDB) e do ex-senador Francelino Pereira. Uma das ambulâncias do município ostentou faixa do prefeito e do senador Aelton de Freitas (PL). Do Jornal do Brasil, 16/4/2005..[+]

(...) Os prefeitos também não poupam as verbas para instalações sanitárias nas periferias. Em São Lourenço (MG), foi constatado indício de fraude em licitação para compra de módulos sanitários. Ainda lá, a CGU constatou a compra de material de construção sem aplicação comprovada. Do Jornal do Brasil, 16/4..[+]

(...) A lista de compras irregulares dos prefeitos sempre inclui serviços e produtos de campanhas. (...) Em Divinópolis (MG), a prefeitura fez 14 pagamentos ao ''Luiz Fotógrafo Ltda'', num total de R$ 370. Do Jornal do Brasil, 16/4/2005..[+]

Prefeitos esbanjam sem critério

Recursos do governo federal destinados aos programas Bolsa-Família e o Bolsa-Escola estão sendo usados por alguns municípios para pagar benefícios a pessoas que já morreram e financia compra de brinquedos, chicletes e pirulitos. A prefeitura de Recreio (MG) gastou o dinheiro federal em recreação. Os recursos do Piso de Atenção Básica foram parar no Posto Pão com Lingüiça, na Lanchonete Calçadão, no Chefão Restaurante e Churrascaria e no Dona Roça. Um dos motoristas da Topic escolar de Recreio foi parado em uma barreira policial de Itapemirim (SC), durante as férias. Nos registros levantados pela CGU, consta que o motorista estava ''bêbado ou drogado'', ao transportar alunos para um evento que a prefeitura alega ser ''cultural e educacional''. Desde 1999, a Topic não tem licenciamento do Detran. Do Jornal do Brasil, 13/1..[+]

Prefeito eleito de Unaí é preso novamente

O fazendeiro Antério Mânica (PSDB), prefeito eleito de Unaí, Minas Gerais, foi preso novamente ontem sob acusação de ser o mandante do assassinato de quatro funcionários do Ministério do Trabalho numa emboscada em janeiro deste ano. Mânica foi detido em sua casa, em Unaí, por ordem do juiz Francisco de Assis Betti, da 9Vara da Justiça Federal em Belo Horizonte. Ele já tinha ficado preso durante 13 dias em setembro, mas fora libertado por força de um hábeas-corpus concedido pelo Tribunal Regional Federal de Brasília..—.O Globo, 11/12/2004

MP quer que ex-prefeito de Cambuquira devolva dinheiro aos cofres

O ex-prefeito da pacata cidade mineira de Cambuquira, distante 316 quilômetros de Belo Horizonte, poderá ter de devolver aos cofres públicos do município a quantia de R$ 24,4 mil, referentes a verbas desviadas no período em que foi prefeito da cidade, entre 2001 e 2003. O pedido foi feito pelo Ministério Público Estadual, que denunciou Rubens Barros Santos (PL), por desvio de verba pública..—.Consultor Jurídico, 1/12

Justiça afasta do cargo prefeito de Resplendor

O prefeito da cidade mineira de Resplendor, Gilmar Furtado Dias (PL), parece estar vivendo seu inferno astral. Dois dias depois que a Justiça decidiu afastar sua esposa, Maria Guilhermina, da prefeitura - uma vez que ela acumulava dois cargos públicos -, uma ação do Ministério Público de Minas Gerais conseguiu o afastamento do prefeito, faltando menos de um mês para o término de seu mandato..—.Consultor Jurídico, 3/12

Justiça afasta mulher de prefeito que acumulava cargos

Bem que o atual prefeito de Resplendor (MG) tentou unir o útil ao agradável. Mas a Justiça acabou com a festa. O prefeito Gilmar Furtado Dias (PL) nomeou sua mulher, Maria Guilhermina, para exercer o cargo de chefe da Divisão de Tesouraria, Contabilidade e Orçamento do Departamento Municipal de Fazenda da cidade. Até aí nenhuma novidade, não fosse Maria Guilhermina também funcionária pública estadual..—.Consultor Jurídico, 1/12

Prefeito de Rio Acima é condenado por desvio de verba

Ainda nem terminou seu mandato e o prefeito da cidade mineira de Rio Acima, Raimundo Cirilo da Silva (PMN), deverá ter um destino bem diferente do que imaginava. O prefeito foi condenado a um ano de detenção por desvio de verbas públicas. A decisão é da 1ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Minas Gerais. Cabe recurso..—.Consultor Jurídico, 23/11

Fraudes no Bolsa-Família até na terra do ministro

O Ministério de Desenvolvimento Social e Combate à Fome anunciou ontem a suspensão do pagamento do Bolsa-Família a dez famílias cadastradas no município de Bocaiúva, terra natal do ministro Patrus Ananias, no norte de Minas. A medida foi tomada para averiguar denúncias de irregularidades no cadastro da cidade feitas pelo vereador Diomézio Geraldo Pimenta (PPS). Com base em uma listagem dos beneficiados fornecida pela Caixa Econômica Federal (CEF), a pedido da Câmara Municipal, os vereadores detectaram que várias pessoas cadastradas em Bocaiúva residem em outras cidades..—.O Estado de S.Paulo, 11/11

Bolsa-Família: Ministério apura denúncia em Minas

O Ministério do Desenvolvimento Social e de Combate à Fome começou ontem a investigar as denúncias de irregularidades no Programa Bolsa Família em Bocaiúva, terra natal do ministro Patrus Ananias. O ministério bloqueou os cartões de 10 famílias cadastradas na cidade e que não residem no município. Os pagamentos vão continuar suspensos até que seja averiguada a situação de cada uma delas..—.Estado de Minas (MG), 11/11

TJ-MG mantém condenação de ex-prefeito de Brumadinho

A condenação do ex-prefeito de Brumadinho, em Minas Gerais, Cândido Amabis Neto foi mantida pela Quinta Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Minas Gerais. Ele é acusado de improbidade administrativa. Os desembargadores não conheceram do recurso impetrado e confirmaram a sentença de primeira instância..—.Consultor Jurídico, 22/10

Prefeito de município mineiro é afastado do cargo

O prefeito do município de Virgínia, sul de Minas Gerais, Luiz Alvim Ribeiro Passos está obrigado a deixar o cargo. Ele é acusado de desvio de dinheiro público em benefício próprio. A decisão é da Primeira Câmara Criminal de Tribunal de Justiça mineiro. Cabe recurso.—.Consultor Jurídico, 20/10

MP pede que prefeito restitua R$ 36 mil aos cofres públicos

A Promotoria de Justiça do Patrimônio Público de Lagoa Santa, em Minas Gerais, ingressou com uma Ação Civil Pública contra o prefeito municipal Genesco Aparecido de Oliveira Júnior. O Ministério Público quer que ele devolva aos cofres municipais cerca de R$ 36 mil utilizados na compra de cadernos - quando foi prefeito de Lagoa Santa de 1989 a 1992 - distribuídos com o intuito de favorecer um candidato a prefeito apoiado por Genesco de Oliveira e candidatos a vereador de seu partido nas eleições de 1992..—.Consultor Jurídico, 10/10

MP apura denúncias de compra de votos

Quase uma semana após o fim das eleições nos municípios onde não haverá segundo turno, a Justiça Eleitoral investiga indícios de compra de votos que podem alterar os resultados obtidos pelas urnas no último domingo. Em alguns casos, além de vestígios, há sérias denúncias sobre ameaças de morte e até mesmo de sequestro. As suspeitas mostram que a compra de votos, uma prática comum na época do coronelismo, podem continuar sendo um hábito em muitas cidades. Em Pompéu, na região Central, militantes do prefeito eleito, Joaquim Higino (PSDB), são suspeitos de práticas ilícitas na véspera da eleição..—.O Tempo (MG), 8/10

SP tem maior número de candidatos a prefeito sob investigação

O estado de São Paulo registrou o maior número de candidatos a prefeitos "sob judice", que terão seus votos considerados nulos, segundo levantamento divulgado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Com 59 candidatos, o estado lidera uma lista que em segundo lugar tem Minas Gerais (52) e em terceiro Amapá (48). No total, o TSE informou que 442 postulantes à prefeituras respondem a algum tipo de processo na Justiça.—.Reuters, 4/10

CGU aponta irregularidades no uso de recursos pelos municípios

Relatório divulgado pela Controladoria Geral da União informa que as licitações lideram os indícios de fraudes em municípios. Dos 61 escolhidos por sorteio, Capelinha (MG); Santa Cruz (RN); Bacabeira e Poção de Pedras (MA); e Carinhanha, Caculé e Brejões (BA) estão entre os que apresentaram indícios das mais graves irregularidades. Em Capelinha, notas fiscais falsas e inidôneas foram utilizadas para comprovar despesas de alimentação, com recursos do Ministério da Educação..—.Agência Brasil, 27/9

Justiça mineira condena ex-prefeito de Rio Pomba

José Augusto Saraiva, ex-prefeito de Rio Pomba, em Minas Gerais, teve confirmada a sua condenação por desvio de verbas destinadas à construção de uma ponte. A 7ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Minas Gerais decretou o confisco dos bens e condenou o ex-prefeito a restituir parte dos valores recebidos para a obra aos cofres públicos. Ainda cabe recurso..—.Consultor Jurídico, 21/9

Vampiro tem mais negócios em Minas

Além dos contratos com a Secretaria de Saúde do estado, nos últimos cinco meses, empresa ligada ao empresário Jaisler Jabour ganhou concorrência para a venda de medicamentos em prefeituras e hospitais mineiros..—.Correio Braziliense, 20/9

Vampiro fecha contratos até dentro da cadeia

Empresa ligada a Jaisler Jabour, acusado de ser o chefe da Máfia
do Sangue, negociou com a Secretaria da Saúde de Minas a venda de R$ 4 milhões em medicamentos. A transação ocorreu no período em que ele esteve preso na Polícia Federal. É o que revelam documentos obtidos pelo Estado de Minas.—.Correio Braziliense, 19/9

PF prende candidato a prefeito de Unaí

Antério Mânica, candidato a prefeito de Unaí (MG) e irmão do fazendeiro Norberto Mânica, foi preso nesta quinta-feira pela Polícia Militar de Minas Gerais, com apoio da Polícia Federal (PF). De acordo com informações da PF, o pedido de prisão de Mânica foi feito pelo Ministério Público e aceito pela 9ª Vara Federal de Belo Horizonte..—.Agência Brasil, Folha, 16/9

Prefeito acusado de improbidade não tem prerrogativa de foro

O ministro do Supremo Tribunal Federal, Carlos Velloso, determinou o arquivamento das reclamações ajuizadas pelo prefeito de Jequitinhonha (MG), Henrique Frederico Heitmann de Abreu, e pelo ex-prefeito de Macau (RN), João Pedro Filho. Ambos contestavam decisões que reconheceram a inconstitucionalidade da Lei 10.628/02, sobre prerrogativa de foro, determinando ser competência do juízo de primeiro grau julgar as ações por improbidade administrativa a que respondem..—.Consultor Jurídico, 13/9

Alencar é alvo de ação civil pública em Minas

MP Federal denuncia manipulação no mercado financeiro feita por empresa da qual vice-presidente seria sócio.—.O Globo, 3/9

Vice-governador de Minas é investigado

Procuradoria apura se instituições dirigidas por Clésio Andrade lavaram dinheiro para financiamento de campanha eleitoral.—.Folha de S. Paulo, 29/8/2004

Ex-prefeito de Rio Doce continua condenado a ressarcir município

A 7ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Minas Gerais manteve a condenação o ex-prefeito de Rio Doce, José Magalhães de Castro, por improbidade administrativa. Ele foi condenado junto com o engenheiro Bruno Alves Costa, as empresas Marcco Construção Ltda e Riocaisforma Ltda, além de outras sete pessoas..—.Consultor Jurídico, 25/8

Teatro de enganação

Está preso em Brasília o fazendeiro Norberto Mânica, um dos maiores produtores de feijão do país, acusado de mandar matar os fiscais e o motorista do Ministério do Trabalho em Unaí, Minas Gerais. Apesar das provas de seu envolvimento com o crime, o povo de Unaí aposta que Mânica não fica muito tempo preso. Como dizem em Minas, é mais fácil ver boi voar do que fazendeiro rico na cadeia..—.Hamilton Octavio de Souza, Brasil de Fato, 19/8

Cassação por compra de votos: Minas lidera

Dados do Movimento de Combate à Corrupção revelam que, entre o início de 2000 e julho deste ano, 155 políticos tiveram seus mandatos cassados por compra de votos. Parece muito, mas não é. As modalidades são muitas, de pagamentos de conta de luz a distribuição de dentaduras. Minas Gerais, com 29 casos, lidera a lista..—.Boechat, Jornal do Brasil, 19/8

‘Vampiros’ teriam agido em SP, Minas e Paraná

Ministério Público diz que Máfia do Sangue atuou na prefeitura paulistana, no governo paranaense e na UFMG.—.O Globo, 6/7

Câmara cassa prefeito de Alfenas

Numa sessão com oito horas de duração, a Câmara de Alfenas (335 km de Belo Horizonte) aprovou anteontem, por unanimidade (15 votos), a cassação do prefeito afastado José Wurtemberg Manso (sem partido). Manso foi filmado em seu gabinete distribuindo maços de dinheiro a sete vereadores. Em março, uma ex-funcionária da prefeitura divulgou as gravações, feitas em 2002. Para a polícia e a Promotoria, ele negociava a aprovação de projetos na Câmara. Manso, que cumpria seu terceiro mandato na prefeitura de Alfenas, não foi localizado ontem..—.Folha de S. Paulo, 3/7

Vereadora é condenada a devolver dinheiro em Rio Piracicaba

A vereadora Edna Alves Silva Ferreira foi condenada a restituir aos cofres públicos do município de Rio Piracicaba os subsídios que recebera indevidamente nos anos de 1989 e 1990. A decisão é da 7ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Minas Gerais. Ainda cabe recurso..—.Consultor Jurídico, 2/7

Prefeito de Congonhas é afastado

A Justiça de Congonhas (MG) concedeu anteontem liminar que afasta o prefeito Gualter Monteiro (PL). O vice, Marcelo Armando (PPS), assumiu ontem. O Ministério Público alega irregularidade em acordo com o ABN Amro Real -o banco patrocinaria a propaganda do plebiscito sobre o nome da cidade, feito em agosto (79,3% decidiram não trocar o nome para Congonhas do Campo). Para a Promotoria, deveria ter havido licitação, pois o convênio foi, na verdade, um contrato (a prefeitura ofereceu a instalação de um posto do banco em prédio público e a transferência de contas de servidores). Candidato à reeleição, Monteiro diz que só o Real se interessou pela idéia e que tentará derrubar a liminar..—.Folha de S. Paulo, 16/6

Empresas de Newton Cardoso, ex-governador de MG, são acusadas de trabalho degradante

Ministério Público ajuíza ação pedindo suspensão imediata da terceirização..—.O Globo, 29/5

Trabalho escravo: Prefeito é condenado a desembolsar R$ 280 mil

O prefeito de Unaí (MG), José Braz da Silva, dono da fazenda Boa Esperança, em Canaã dos Carajás (PA), foi condenado a pagar indenização de R$ 280 mil por manter na propriedade dez trabalhadores em condição análoga à escravidão..—.Folha de S. Paulo, O Globo, 27/5

Prefeito de Alfenas é indiciado

A Polícia Civil mineira indiciou o prefeito de Alfenas, José Wurtemberg Manso (PDT), a chefe-de-gabinete da prefeitura e oito vereadores por corrupção passiva e improbidade administrativa. A pena pode chegar a 12 anos de prisão.
O inquérito foi instaurado após Manso ser flagrado em gravações dando dinheiro a vereadores. O empresário José Augusto Godoy Neto, indiciado por corrupção ativa, é citado como provável dono do dinheiro..—.Folha de S. Paulo, 8/4/2004

Prefeito é filmado dando dinheiro a vereadores

O Ministério Público de Minas Gerais recebeu de uma ex-funcionária da prefeitura de Alfenas fita de vídeo em que o prefeito da cidade, José Wurtemberg Manso (PDT), aparece distribuindo dinheiro para seis vereadores em troca de apoio a projetos de seu interesse..—.O Globo, 05/03

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